sexta-feira, 3 de maio de 2013


Do Casamento e do Divórcio.

Publico texto do blog Belvedere, do irmão Eliseu Antônio Gomes (http://belverede.blogspot.com.br/2013/04/conflitos-na-familia-licao-n-5-ebd-cpad.html) e abaixo faço algumas considerações:

"Em minha vida de cristão, algumas vezes tive a oportunidade de conversar com casais em conflito matrimonial. A fonte do desentendimento em quase todos os casos era uma interferência externa na vida à dois. O marido que não abre mão de passeios com os colegas solteiros da empresa às sextas-feiras; a sogra do homem ou da mulher opinando no novo lar. Em suma, quando um dos cônjuges põe seu par em segundo plano a crise se estabelece. Notei que todos os casais que usavam o vocabulário "separação" durante as brigas, até mesmo apenas como uma arma de ameaça, como uma forma de atalho à solução de problemas, divorciaram-se.
O divorcio será abordado em outra ocasião com maior profundidade. Por enquanto, lanço uma prévia introdutória. 
O tema divórcio quando analisado à luz bíblica sempre causa impacto na sociedade e na vida de muitos cristãos. A geração que está distante do Senhor considera as diretrizes bíblicas polêmicas e dispensáveis, procuram trechos na Bíblia para usar como base que justifique sua separação, enquanto muitos outros cristãos estão confusos devido às abordagens superficiais sobre o assunto. 
Os judeus maltratavam suas esposas. Casavam-se com elas em sua juventude e com o passar dos anos pediam carta de divórcio para atar-se em outro matrimônio com mulher mais jovem. (Provérbios 5.18; Malaquias 2.14). O repúdio, motivado pelo envelhecimento ou quaisquer outros banais, ocorria devido ao estigma que o sexo feminino sofria por causa de Eva, induzida ao engano pela serpente no jardim do Éden. 
Como profeta, Moisés foi autorizado por Deus a conceder o divórcio. A concessão aconteceu por causa de homens duros de coração.
O tempo do Antigo Testamento foi um período em que a mensagem do Senhor é considerada sombras daquilo que viria a ser apresentado de forma perfeita. Embora não possamos desprezar as páginas veterotestamentárias, precisamos ter consciência que os cristãos não são dirigidos pela sombra da Lei, mas por Aquele que é a Luz do mundo, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (João 3.19; 9.5; Colossenses 2.15-17; Hebreus 10.1).
"A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde esse tempo, vem sendo anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar nele" - Lucas 16.16.
Jesus se fez homem para cumprir exemplarmente a Lei de Moisés em nosso lugar, nos desobrigando das práticas e do peso dos rituais judaicos, e nos livrou da maldição eterna que nos condenava. Desde então, a Igreja tem a oportunidade de permitir ser dirigida pelo poderoso Evangelho da Graça, seguir os essenciais ensinamentos do Filho de Deus, que é o único Caminho, a Verdade e a Vida Eterna. 
Cristo esclarece sobre o divórcio. Revelou que não concordava com a cultura da sociedade judaica, que estigmatizava a mulher ao ponto de ela ser discriminada e não contada na genealogia dos hebreus. A dinâmica do Evangelho coloca marido e esposa em condições de igualdade, ambos estão obrigados a valorizar a instituição do casamento até a morte. A separação por motivos banais não é permitida aos dois. Segundo o entendimento que podemos extrair do Evangelho da Graça é que, o divórcio concedido por Jesus, só é permitido ao homem que foi traído pela esposa que cometeu relação sexual ilícita, e não tem condições de perdoá-la se ela se arrepender do pecado. No caso em que o marido é o adúltero e a esposa traída não quer perdoar, a mesma poderá separar-se por ser vítima de traição conjugal. Entretanto, tanto o homem quanto a mulher que não quiser reconciliar-se, estará cometendo adultério juntamente com quem vier a casar-se. 
Orientação de Jesus: "Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que casar com a repudiada comete adultério" - Mateus 19.9.
Os ensinos de Pedro e Paulo sobre o casamento incentivavam a união conjugal, inclusive se um dos cônjuges fosse descrente:
"Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações" - 1 Pedro 3:7. 
"Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias" - Romanos 7.2-3. 
"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido. ( se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido ): e que o marido não se aparte de sua mulher" - 1 Coríntios 7.10-11.
"Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone. E a mulher que tem marido incrédulo e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz ... A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor. Todavia, será mais feliz se permanecer viúva, segundo a minha opinião; e penso que também eu tenho o Espírito Santo" - 1 Coríntios 7.12-15, 39-40. 
Deus é coerente, vivemos no período da Graça Divina, quando Deus nos concede a liberdade plena. A Graça possui parâmetro, que é a Lei de Cristo (Gálatas 6.2). Não devemos ser infratores da Lei do Senhor de maneira alguma. Uma das formas de desobedecê-la é aborrecer o cônjuge por causa de sentimentos inúteis. É preciso decidir amar, saber que o amor produz resultados positivos em crises de relacionamentos.
Deus nos deu o casamento e também condições para viver acompanhado de uma pessoa pelo resto da vida. O coração do cristão deve ser límpido, tem a incumbência de apoiar sua companhia matrimonial.
Não convém folhear as páginas bíblicas buscando aval para divorciar-se, mas para encontrar uma mensagem de restauração matrimonial. Porque não existe entornos no Caminho para o céu. Se o cristão casado se sentir extenuado pelos anos que se passam, precisa lembrar-se que a existência não termina aqui, além-túmulo todos que desprezam a Palavra do Senhor terão que prestar contas ao Autor da Palavra, todas as decisões de rebelião ao projeto do casamento virão à tona e cada ser humano receberá medida justa pelos rumos que resolveu caminhar neste mundo."

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Reproduzo um trecho do post para depois comento:
"Segundo o entendimento que podemos extrair do Evangelho da Graça é que, o divórcio concedido por Jesus, só é permitido ao homem que foi traído pela esposa que cometeu relação sexual ilícita, e não tem condições de perdoá-la se ela se arrepender do pecado. No caso em que o marido é o adúltero e a esposa traída não quer perdoar, a mesma poderá separar-se por ser vítima de traição conjugal."
Não vejo no texto Jesus permitindo que pessoas casadas repudiem seus cônjuges. Porque que se vê essa cláusula de repúdio apenas no evangelho de Mateus (5:32 e 19:9)?, creio que porque esse evangelho tinha um público alvo: os judeus. Não se vê essa cláusula nem em Marcos 10, nem em Lucas 16. A questão do repúdio em Mateus era uma questão cultural no caso de "porneia" (relação sexual entre pessoas descasadas, porém desposadas, como era o caso de Maria - lembrem-se que Jesus foi acusado de ser filho de "porneia" - Vós fazeis as obras do vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus - João 8:41). O que ia se casar deveria chegar ao casamento virgem, não podia ter cometido "porneia", do contrário haveria sanções, por exemplo, repúdio. Houve uma fragilização muito grande quando as versões mais recentes da bíblia traduzem "porneia" como relações sexuais ilícitas, incluindo dentre elas o adultério. diz uma coisa que o texto não está dizendo.
Sobre as expressões: "não tem condições de perdoá-la" e "esposa traída não quer perdoar"...Como assim? Isso é uma franca desobediência ao Senhor da Palavra. Perdoar é um mandamento do Senhor. "Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?" Mateus 18:21; nós sabemos a resposta. Assim, o perdão é o antídoto contra o divórcio.

Paz aos que estão em Cristo.

domingo, 20 de maio de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

FELIZ 2012

Olá pessoal, não tenho passado muito por aqui, ou melhor, nem pouco. No ano de 2011 tivemos muitas lutas, mas superamos. Agora estamos de férias, descansando um pouquinho para iniciarmos o ano de 2012. Creio que será um ano abençoado, pois procuraremos caminhar na direção do Espírito Santo...
E para todos os amigos e aqueles que nos leem, tenham um ano de intimidade e compromisso com o Senhor, então, podem contar vitória.
Shalom

sábado, 15 de outubro de 2011

SINAL DE VIDA!!!!

Olá pessoal, bastante tempo que não escrevo por aqui...
Passo agora, também rapidamente, para dizer alô...
Vamos buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, deixar que as demais coisas Ele acrescenta segundo a sua vontade...
Vamos seguir as pegadas do Mestre, ok?...Aquele que quiser vir após mim....lembram-se? É isso aí...
Pretendo encontrar tempo para postar...
Grande abraço.

sábado, 25 de junho de 2011

A PORNOGRAFIA É UM GRANDE PREJUÍZO FAMILIAR

Recebemos um e-mail do Pastor Josué Gonçalves, que tem um ministério em defesa da família. A mensagem trouxe um texto de autoria de Armando Luis Francisco, que ao final pede a sua divulgação. Por termos entendido importantíssimo para o conhecimento das famílias nós o estamos postando aqui na íntegra.
Pedimos a Deus que abençoe muitas vidas.
Boa leitura e vamos ao texto:


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O mercado pornográfico é um dos mais rentáveis negócios de todos os tempos. Larry Flynt, empresário e dono do império Hustler, retratado por Milos Forman e Oliver Stone no filme "O povo contra Larry Flynt", Bob Guccione, da revista Penthouse e Hugh Hefner, dono do Império Playboy, compõem alguns desses milionários da exploração da fantasia sexual. Não esquecendo, porém, que uma fatia gigantesca dessa mercado é dominado pelo crime organizado.

Entretanto, a mais nova, rentável e promissora ferramenta desse mercado é a Internet. Com um sucesso devastador e arrecadação bilionária, esse novo negócio aumenta cada vez mais o impulso pornográfico no planeta. Demonstrando, com isso, que, nos próximos anos, boa parte dos lares, com acesso a WEB, estarão conectados em páginas com conteúdo pornográfico. Desfrutando das imagens de corpos nus, sexo e prazeres oferecidos.

Porém, essa ferramenta tem causado problemas e constrangimentos diversos. A Pedofilia, considerada a mais grave infração permeada pela web, tem fortalecido um mal, inigualável, aos jovens e crianças deste mundo.E pessoas tem sido encarceradas pela prática e divulgação de imagens de sexo com crianças. Além do que, outras aberrações tem sido demonstradas , como, por exemplo, a zoofilia. Aliás, dia desses, um americano morreu por ter sido sodomizado por um cavalo. Entretanto, essa prática é legal em alguns estados americanos, onde existem ranchos e fazendas para concretizar o sonho sexual de algumas pessoas com animais.
O problema mais grave, entretanto, é a divulgação e disseminação da pornografia. Pois, alguns empresários da pornografia, usam métodos parecidos com o tráfico de drogas. Primeiro eles oferecem de graça. Depois eles começam a cobrar. Aliás, é desse jeito que o império das ilusões e da criminalidade tem florescido. Agora, qualquer pessoa obtém imagens e vídeos da pornografia, de maneira fácil e gratuita. Onde, muitos milhões de incautos, têm seguido o roteiro dos sonhos proibidos e não sabem que estão doentes. Sim, doentes e viciados, pois o mecanismo da pornografia é o mesmo do Alcoolismo. Mesmo porque, clínicas psiquiátricas e psicológicas, de atendimento desses problemas, já estão sendo espalhadas pelo planeta. E terapeutas familiares têm travado uma batalha árdua nos lares.

Assim, interessados nessa manobra, estão alguns donos de Revistas pornográficas - que controlam, muitas vezes, impérios de publicação ou canais de televisão, a Máfia dos diversos paises, o crime organizado, o narcotráfico, empresários da prostituição, o mercado dos filmes adultos, a indústria do divertimento, alguns grandes conglomerados da internet, algumas empresas de chats e telefonia celular, etc.

Dezenas de milhões de lares no planeta já foram invadidos, sem que as pessoas, pais e mães, ou um ou outros, saibam. E é tão grave o assunto, que a maioria dos que acessam a pornografia da rede mundial de computadores é adulto, masculino, dos 18 anos para cima, com picos nos da meia idade. Pessoas muito inteligentes e que desenvolveram aptidão para olhar imagens e textos pornôs.

Na realidade, a pornografia tem destruído muitos lares. Pois quando o outro cônjuge, pais,familiares, descobrem, já parece, irremediavelmente, tarde demais. Portanto, em menos de 4 anos, mais lares foram destruídos pela pornografia do que o comparativo dos últimos 50 anos. Isso acontece, sem distinção de nacionalidade, cor, etnia ou credo religioso.

Aliás, começa assim: - Por pura curiosidade, a pessoa envolvida, acessa uma vez. Ai, geralmente, motivadas por um e-mail de conteúdo pornográfico ou oferecimento de um produto com conotação sexual; ou algumas produtoras da WEB que trazem garotas nuas para serem vistas pelos seus assinantes; aquele negócio da garota da semana, começam a ver mais e mais vezes. Isto mesmo, só curiosidade. Logo depois, começam a acessar os diversos mecanismos de buscas. Usando palavras, frases, palavrões, órgãos do corpo, partes íntimas, adjetivos, etc, acessam imagens que levam às páginas dos produtores dessas fotos, que podem ser copiadas. Depois, já nessas páginas, outras imagens, mais fortes e mais fortes. Levando ao frenesi do pensamento de alguém que sabia disso, mas não havia visto ou sentido isto. Porém, o gratuito começa a ser cobrado por cartão de crédito, débito ou boleto bancário.

Esse sentimento a que me referi, foi-me contado por um amigo que não chegou aos 25 anos. Religioso, Adventista do Sétimo dia, bom moço, exemplar, estudioso e que descobriu essa fantasia e agora quer libertar-se e não consegue. Aliás, já fez de tudo. Consegue ficar até 30 dias sem olhar, mas de repetente, não consegue mais e olha e se perde nas imagens que lhe ofuscam a mente. John, o nome que estou dando a ele, me informou que, após o contato com tantas páginas, o que é comum em outros relatos, demonstrou um sentimento de culpa muito grande, ao ponto de quando pensa em oração, as milhares de imagens instantâneas e rápidas, pululam pelo seu pensamento, gerando insatisfação, descontentamento, confusão, desânimo e angústia.

Mas o perigo é muito real para os jovens. Encontros são marcados pela internet. Namoros e sexo são virtuais e , depois, carnais. A juventude se afunda sem que os pais saibam. Não há grandes sintomas, marcas no corpo, ou mudanças bruscas de comportamento. Há, até, uma certa mudança. Mas desconhece-se a profundeza do assunto na família. Primeiro porque os pais desconhecem esses mecanismos. Depois, que os pais desconhecem os filhos. E, ainda, os pais não têm tempo para eles.

Assim, a primeira coisa que temos que fazer é o reconhecer de que nós não estamos tendo esse tipo de problemas. Os sintomas são conhecidos: perda da libido ou prazer sexual com o cônjuge, descontentamento da performance do parceiro, ou a ida a esse mecanismo pela falta de convívio ou contato intimo com o parceiro, o stress do dia à dia, o relacionamento familiar, a falta do que fazer, o excesso de trabalho, as brigas dos pais, a falta de acompanhamento dos filhos, os colegas, no ambiente escolar, os companheiros(as) de trabalho, a amizade de pessoas casadas com outros fora do relacionamento conjugal, a busca de novas experiências sexuais, a timidez desenfreada, a personalidade doentia escondida, a falta de carinho e amor, a falta ou pouco contato com DEUS.

Todo mundo sabe que existe um só DEUS. E a maioria das pessoas acreditam nEle. Assim, esse é o momento de esquecermos as diferentes doutrinas e tratar um assunto muito sério para a integração social e familiar de maneira única. Todos, os que crêem, devem buscar a DEUS e pedir ajuda sobre esse assunto. Esse é o primeiro e melhor conselho. Depois disso, vem a nossa parte da vontade exercida e com todo afinco!

Não se pode deixar um alcoólatra trabalhar num bar. Assim, não pode uma pessoa, com esse tipo de problema, viver na frente de um computador com internet. Depois, outros aspectos que devem ser acrescentados. Entretanto, fale com o seu cônjuge e informe o que está acontecendo, pedindo ajuda. Pois ele é o melhor ouvido e ombros para você chorar. Aliás, se notar o comportamento diferente do marido ou esposa, desconfie, questione e ofereça ajuda e solidariedade; ou busque ajuda. Mesmo assim, procure conhecer a internet e os programas de acesso. Depois veja se não está acontecendo no seu lar. Mas se tiver acontecendo, separação não resolve. Vale nessa hora o amor, compreensão e ajuda.

Evite, também, filmes pornográficos. Não traga para o seu lar tamanho mal. Aliás, tem pessoas que não olham mais para o seu cônjuge. Muitas vezes forçam o outro a ver algo que não gostaria de ver. E o mais terrível é que famílias vão as locadoras, inclusive com a presença de filhos, buscar filmes pornôs, para assistir na sala de casa.

Uma excelente maneira de ajudar é conhecer sobre o assunto. Por isso leia muito. Aliás, todo comportamento familiar diferente tem seus culpados e ninguém se isenta disto. Pois nenhum parceiro que esteja recebendo carinho, amor, atenção, sexo saudável e prazeroso, vai procurar algo fora de casa. Geralmente, a culpa deve ser dividida. Porque o sexo é prazeroso e instituído por DEUS. Para elevar os lares e recriar a felicidade. Sexo é muito bom e, também, uma oração. Mas não do jeito que se demonstra hoje.

Alguns passos:

-Não seja curioso.

-Não entre em sites de busca com essa intenção.

-Não abra e-mails estranhos ou de estranhos.

-Não leia noticias ou histórias sensuais.

-Não deixe de ter bons relacionamentos sexuais com o seu cônjuge.

-Aumente o número de vezes de relacionamento e prazer sexual com o seu cônjuge.

-Observe os seus filhos. Esteja presente e atento quando estiverem na web e procure deixar o computador em um ambiente comum e aberto da residência ( sala, cozinha, corredor, etc) de e nunca no quarto dos filhos, ou do casal.

-Não deixe seu cônjuge sozinho na Internet. Fique com ele,; ajude-o a terminar o que está fazendo ali.

-Bloqueie as tvs de sexo e não forneça a senha para os seus filhos. O melhor exemplo é o exemplo. Se não serve para eles, não serve para você.

-Se não tiver nada para fazer, saia da frente do computador. Dê um passeio ou vá para casa.

-Não acesse internet à noite. Fique com sua família.

-Lembre-se, esse mundo da internet pode ser, em alguns casos, não generalizando, um submundo do crime. Acontecem mortes.

-Ensine e espalhe sobre isto, para o maior número de conhecidos, instituições, clubes,etc...Demonstrando que estão preocupados.

-Troque o que você faz na internet, sem necessidade, por algo saudável.

-Estude a melhor forma de deixar seu cônjuge feliz.



Algumas advertências:

- Alguns sites pornográficos contém vírus.

- Alguns sites pornográficos copiam o seu endereço de I.P.

- Alguns sites pornográficos, geralmente de outros países, enviam cavalos de tróia para descobrirem senhas bancárias e de cartões de crédito.

-Nunca forneça senhas ou acredite em conteúdos de e-mails que peçam isso. Contate o provedor.

-Entrando em sites pornográficos, você pode correr o risco de receber SPAMs com oferecimentos diversos.

-Entrando em sites pornográficos, você poderá conhecer pessoas que estão querendo negociar prostituição. Abalando a sua vida afetiva, financeira .

-Entrando em sites pornográficos, você pode estar deixando a sua família e casamento de lado.

-Alguns homens que entram em sites pornográficos ficam impotentes. Essa impotência é psicológica e em referência ao parceiro. Pode se dar pela culpa ou pela pessoa que não é um modelo daqueles vistos na web ou em filmes pornôs.

-O Tratamento é caro e, geralmente, eficaz. Apesar que, a maioria das vezes o sintoma passa em pouco tempo.

-Divórcio pode significar: infelicidade, doenças, separações, divisão de bens, pobreza, incerteza, agressões, filhos perturbados, lares partidos, suicídios, etc...

Entretanto, ler livros de orientação familiar é importante. Leia a Bíblia, certamente ajudará você nesse ponto também!

Terminando: se bem que muito se pode falar, quero dizer que a intenção desse escrito, simples, foi produzir um sentimento no leitor, de aversão a pornografia de toda espécie, principalmente à internet. Aliás, eu quero pedir um favor: Que você, se quiser, divulgue para o maior número de pessoas possíveis. Pois, de alguma maneira, você poderá estar ajudando a salvar uma vida, uma família, um lar! E se você fala ou lê em outro idioma, traduza e envie para os conhecidos e desconhecidos.

Um forte abraço para você e fique com DEUS.


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SHALOM

terça-feira, 17 de maio de 2011

EM DEFESA DA FAMÍLIA: COMO DEUS A CRIOU.

Eliseu Antonio Gomes: Porque o PL 122/2006 é inconstitucional: "Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se ..."

domingo, 20 de março de 2011

HÁ COISAS QUE SÃO MAIS IMPORTANTES QUE A PRÓPRIA VIDA.

Recebemos um e-mail de nosso irmão e amigo Frank, lá de São José dos Campos, o 

achamos muito importante e gostaríamos de compartilhá-lo com vocês. Vejam como é importante manter as suas convicções de fé independentemente das circunstâncias em que vivemos. Vejam o texto:

"Mãe alemã encarcerada por recusar educação sexual estatal recorre a tribunal de direitos humanos.

Matthew Cullinan Hoffman

16 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Fundo de Defesa Aliança (FDA), que tem sede nos EUA, entrou com um recurso no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em favor de uma mulher alemã presa por recusar submeter seus filhos a um programa de educação sexual estatal que viola as convicções religiosas dela.
Irene Wiens está atualmente cumprindo pena de 43 dias de cadeia por recusar o programa para seus filhos em 2006.
Wiens e seu marido Heinrich argumentam que uma peça teatral que seus filhos teriam tido de assistir como parte do programa “Mein Köper Gehört Mir” (O Meu Corpo É Meu) ensina uma perspectiva permissiva da sexualidade humana, dizendo às crianças que o prazer é o padrão para se medir se uma prática é aceitável ou não. De acordo com as reportagens, as autoridades alemãs afirmam que as aulas existem para impedir abuso sexual, algo que os Wiens argumentam jamais foi provado.
“Os pais, não o governo, são aqueles que têm a responsabilidade de dar a palavra final na hora de se fazer escolhas educacionais para seus filhos, e prendê-los por se manterem firmes nesse direito universal é simplesmente irracional”, disse num comunicado à imprensa Roger Kiska, assessor legal do FDA.
“Irene Wiens estava em seus plenos direitos sob a Convenção Europeia de Direitos Humanos de optar por ensinar seus filhos uma perspectiva de sexualidade que está de acordo com suas próprias convicções religiosas, em vez de enviá-los para quatro dias de aulas e uma peça interativa que ela achava repulsiva”.
Kiska acrescentou que “esses tipo de casos são batalhas cruciais na campanha para impedir que tais decisões erradas com relação aos direitos dos pais em outros países sejam adotadas pelos tribunais dos EUA”.
O primeiro protocolo da Convenção Europeia de Direitos Humanos diz em parte: “o Estado respeitará o direito dos pais de garantir tal educação e ensino em conformidade com suas próprias convicções religiosas e filosóficas”.
Contudo, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos já deu sua decisão de que a Convenção não protege os estudantes domésticos, um fato que não foi um bom resultado para a família Wiens. Em 2006, o Tribunal se colocou do lado do governo alemão contra uma família que educa em casa, dando como veredicto que “os pais não podem recusar o direito à educação de uma criança na base de suas convicções”. O veredicto acrescentou que o direito à educação “por sua própria natureza exige a regulamentação do Estado”.
A decisão desencadeou uma nova onda de perseguição contra os alemães que resistem ao sistema de educação pública, inclusive os Wiens, que foram multados quando decidiram não permitir que seus filhos frequentassem as aulas de educação sexual ordenadas pelo governo, colocando-os em vez disso num outro programa educacional. Quando se recusaram a pagar a multa, eles foram sentenciados à prisão. Heinrich Wiens cumpriu sua sentença no final do ano passado.
O FDA relata que tem atualmente quatro outros casos de natureza semelhante diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, e que Irene Wiens é a décima mãe cristã que foi presa durante a atual onda de repressão. Algumas famílias já fugiram da Alemanha, inclusive uma que recentemente recebeu asilo político nos Estados Unidos devido à perseguição sofrida na Alemanha por educar os filhos em casa."

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No livro de Provérbios capítulo 22, verso 6, está escrito que nós pais devemos educar a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Assim, meus queridos, os pais estar atentos quanto ao que se está ensinando nas escolas e muito mais atentos ainda quanto ao que se vive dentro de casa. O núcleo da educação sexual de nossos filhos é a nossa casa, o nosso lar, não vamos passar esta responsabilidade ao Estado.


Shalom



terça-feira, 8 de março de 2011

" APUD "

Vou dizer para aqueles que não sabem o que é o apud, palavra latina usada para citações indiretas (citar documentos que não foram obtidos diretamente, mas por meio de outras obras). Assim, o texto que postamos agora é um apudão, ou seja, apud do apud, se é que podemos dizer assim!!!

O tiramos do informativo (06.03.11) da nossa nova igreja, a Segunda Batista do Plano Piloto, e como o achamos muito interessante, gostaríamos de compartilhá-lo com vocês:

Campanha publicitária de um banco espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
"Crie filhos em vez de herdeiros.
Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar sorvete.
Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.
Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.
Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.
Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho? Quantas reuniões foram mesmo esta semana?
Reúna os amigos. Trabalhe, trabalha, trabalhe. Mas não esqueça, vírgulas significam pausas...

...e quem sabe assim você seja promovido a melhor...(amigo / pai / mãe / filho / filha / namorado / namorada / marido / esposa / irmão / irmã...etc) do mundo!
Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.
E para terminar: não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."

Nós não diríamos para ser feliz, mas para ser obedientes ao Senhor Jesus, a alegria está em obedecer.
Deus os abençoe.
Shalom

"DIA INTERNACIONAL DA MULHER"

A mulher de Deus não nasce da noite para o dia, mas ela é moldada com o tempo, e as experiências com Deus lhe faz crescer e amadurecer, e se tornar uma mulher virtuosa. Ela é uma jóia de grande valor. Uma Esmeralda raríssima !!!
Enganosa é a graça, e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, esta será louvada. Prov 31.
Na verdade nunca devemos confiar em aparência, nem na nossa força, devemos confiar no Senhor Jesus, e ter sempre temor, pois o temor nos afasta do mal. A mulher que teme a Deus, esta é louvada por Ele.
Mulheres, parabéns por este dia,
Que Deus as abençoe.

Indicamos abaixo um link para uma pequena mensagem do Pr. Paul Washer que pode falar muito aos corações das mulheres, é uma mensagem profunda em alguns minutos.



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como Criar Filhos Masculinos e Filhas Femininas (Parte 1)

Prezados, recebemos este e-mail do Pr. Josué Gonçalves, trata de questão relativa à educação de filhos, do papel importantíssimo que têm os pais nesse processo. Achamos muito interessante e o compartilhamos com vocês.

Se existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos! Este é o verdadeiro discipulado, a impressão digital deixada por um pai no filho, a mãe na filha, e vice-versa. Como vamos criar um filho à distância?

"Pai" significa ser discipulador! E o verdadeiro discipulado significa participar no processo de formar Cristo em outras pessoas. Começa em casa. Sou o primeiro responsável para tornar meus filhos súditos do Rei Jesus. Onde já se viu um discipulado acontecer sem o contato constante e íntimo? Tentamos hoje com nossos muitos modismos, mas não conseguimos. Para Jesus formar discípulos, exigiu-se dele 24 horas por dia durante 3 anos!

Tentamos escapar, criando palavras como "mentor", pois reconhecemos que não somos suficientemente abertos, transparentes, vulneráveis ou perfeitos (!) para outras pessoas nos observarem de perto. Criamos "programas" de discipulado para tentar resolver isso. Ao mesmo tempo ignoramos o contexto ideal que temos para deixar uma marca profundíssima na vida de outros-nossos filhos!

Quando olhamos para a Bíblia, logo nos seus primeiros capítulos, percebemos que se espera que a imagem de Deus nos pais (Gn 1.27,28) seja reproduzida nos filhos (Gn 5.1-3).Portanto, a preocupação principal dos pais deve ser criar filhos à imagem de Deus (a imagem de Deus resgatada) e depois permitir que Deus mesmo, pelo Seu Espírito, desenvolva os papéis da verdadeira masculinidade e feminilidade conforme Ef 5:22-31.

Infelizmente, o Inimigo continua seu ataque feroz contra a imagem de Deus (1 Pd 5:7; Ap 12:9,10). E como ele não pode atacar diretamente a Deus, sua estratégia é atacar ao homem, feito a imagem de Deus, desfigurando-o por meio das tentações e do pecado. É como se o homem fosse um espelho refletindo a glória de Deus, mas, que, de repente, o diabo vem e nele lança sua lama. A lama que o diabo lança no espelho impede-o de refletir perfeitamente a glória de Deus. O mesmo tem acontecido com as famílias: elas são alvo da lama diabólica.

Haverá algum meio de se limpar a lama jogada nos espelhos individuais e familiares? Sim! Jesus veio resgatar a imagem de Deus no indivíduo e na família pela sua obra na cruz (2 Co 5.17-21). Em Jesus, pelo poder do Espírito, a verdadeira masculinidade e feminilidade podem ser resgatadas (Ef 5.18-6.4).

Mas, afinal, o que significa ser masculino ou feminino?

Será que ser Homem significa ser bom de briga, artilheiro no futebol e ter capacidade de consertar qualquer problema mecânica? Ou ter "pelos no peito" e conquistar muitas garotas são provas da verdadeira masculinidade?

E quanto às mulheres, será que ser uma boa cozinheira é sinônimo de ser feminina? Ou ter um corpo "malhado" e ser sedutora são as marcas da verdadeira feminilidade?

A verdade é que as pessoas têm seus conceitos formados muitas vezes pelos amigos ou pela mídia e, portanto, suas bases neste assunto são seculares e mundanas.

A verdadeira definição de masculinidade e feminilidade é uma questão, segundo a Bíblia, do coração - um coração que segue o padrão de Deus traçado para ambos os sexos, especialmente no contexto do casamento.

Permitamos que Deus defina nossa sexualidade, e não a cultura. Em sua Palavra, Deus define o homem como sendo o "líder-servo" do lar, que ama, protege, providencia, educa, cuida e disciplina; e a mulher como sendo a "auxiliadora idônea", que cuida do lar, cria seus filhos, ama-os e ao marido (Confira: Gn 2:15-18; Pv 31:10-31; Ef 5:21-31; 1 Pd 3:1-7; 1 Tm 3; Tito 2:1-5).

Deus mesmo que nos deu a definição exata de nossos papéis como homens e mulheres, também nos deu, por meio da família, o privilégio de ensinar aos nossos filhos estes mesmos papéis. Provérbios 22.6 nos diz:

Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele.

Com isso Salomão quer nos mostrar que criar nossos filhos à imagem de Deus exigirá treinamento e dedicação(Dt 6:4-9; Sl 78; Ef 6:4). Dedicação para abrirmos pacientemente uma "trilha" para nossos filhos e treiná-los perseverantemente para seguirem esta trilha aberta. É um processo abrangente que demanda muito do nosso tempo, mas, se queremos de fato formar nossos filhos, devemos investir neles a maior quantidade de tempo possível com qualidade. Embora durante este demorado processo devemos ser sensíveis à natureza de nossos filhos, em nenhum momento podemos esquecer que nosso dever nele é sermos "pró-ativos". Ou seja, os pais devem antever as situações e buscarem sabedoria na Palavra para se prepararem para enfrentá-las, visto que o caminho natural da criança é estultícia e vergonha (Pv 29:15, 22:15). Todavia, este esforço para criar nossos filhos à imagem de Deus traz sua recompensa: a alma dos pais experimentará delícias! (Pv 29.17).

Autor: Pr. Davi Merkh

PAZ

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Estamos voltando

Olá pessoal, ficamos um bom tempo fora, estávamos de mudança; agora poderemos postar aqui comentários sobre família, filhos, casamento etc.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

EM DEFESA DO RELACIONAMENTO CONJUGAL

Li esta informação no blog do Júlio Severo, ele fez a gentileza de traduzir para nós.
Do texto depreendemos que temos que continuar nossa luta em defesa da família, do casamento, como instituição divina que é.
No Brasil ainda não chegamos ao ponto que se observa do texto, mas ministrando a casais, percebemos, sim, como que um comichão nos ouvidos de muitas mulheres que ouvem essa mensagem de efésios, e também uma incompreensão de muitos maridos em relação ao trecho que diz que ele deve amar a mulher como Cristo amou a igreja. Às vezes não é nem incompreensão, mas é falta de aplicação, de viver o disposto na Palavra.
Voltemos à Palavra de Deus. É fonte de vida e sustento para o casamento.

Veja o texto:
“Esposas, sejam submissas ao marido”: pastores anglicanos se recusam a renunciar folheto e pregação
Hilary White

SEVENOAKS, Kent, Inglaterra, 15 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Dois pastores da Igreja da Inglaterra estão se recusando a se retratar de terem citado o ensino bíblico de que as esposas precisam ser “submissas” ao marido. O Rev. Angus MacLeay, e seu pastor assistente, Mark Oden, estão sendo criticados pelos meios de comunicação depois de terem recentemente publicado um folheto e feito uma pregação, respectivamente, que mencionavam a carta de São Paulo aos efésios (5:22-33) e diziam que esses valores, que estão fora de moda, salvariam casamentos.
A citação de Efésios é considerada em alguns círculos cristãos, principalmente onde predominam conceitos feministas, como profundamente polêmicos. São Paulo disse: “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos”.
Contudo, depois desse versículo vem uma admoestação igualmente forte para que os maridos amem a esposa, “como também Cristo amou a igreja… Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”.
Durante sua pregação na Igreja de St. Nicholas em Sevenoaks, Kent, no domingo, o Rev. Oden disse para a congregação: “Sabemos que o casamento não está funcionando. Precisamos apenas olhar para as estatísticas — de cada quatro crianças, uma tem pais divorciados”. Ele culpou o elevado índice de divórcio pelo menos em parte na falta de obediência da mulher moderna no casamento.
Ele disse que a solução era voltar ao princípio cristão tradicional de maridos como cabeça do casamento: “Esposas, sejam submissas ao marido”.
O Rev. Oden, que é casado e tem três filhos, tem desde então defendido sua pregação, dizendo: “Tenho grande paixão de ajudar pessoas a ter casamentos saudáveis. Não era minha intenção desnecessariamente ofender as pessoas, mas ser fiel ao que Deus disse em sua Palavra, a Bíblia”.
O Rev. Angus MacLeay, pastor da Igreja de St. Nicholas, disse que o folheto publicado pela paróquia tem o objetivo de “desafiar” a sociedade moderna. Intitulado “The role of women in the local church” (O papel das mulheres na igreja local), o folheto aponta para o fato de que “a atitude de Jesus para com as mulheres era revolucionária para Sua época e claramente sustentava a igualdade dos homens e das mulheres. Ele falava com as mulheres em público. Ele valorizava a companhia delas e o serviço delas”
Contudo, o folheto explica que há uma diferença entre “igualdade de condição” e “igualdade de função”, demonstrada pelo fato de que Jesus não reservou na igreja primitiva os mesmos papéis para homens e mulheres.
O folheto cita a Bíblia, dizendo ás mulheres que “as esposas têm de ser submissas ao marido em tudo em reconhecimento do fato de que o marido é a cabeça da família como Cristo é a cabeça da igreja”.
“Esse é o modo como Deus colocou ordem nos relacionamentos deles uns com os outros e o casamento cristão não tem condições de funcionar bem sem essa ordem”.
O Rev. MacLeay disse para o jornal Daily Mail: “Há ocasiões em que a Bíblia desafia a sociedade moderna. A Bíblia reconhece que as mulheres são totalmente iguais aos homens, mas também reconhece que em certas áreas da vida eles podem ter papéis diferentes.
“É claro que no casamento nossa principal preocupação é a responsabilidade de os maridos mostrarem consideração e amor para com a esposa”.
Em seu site, a Igreja de St. Nicholas se descreve como uma igreja em que “cremos que a Bíblia é a autoridade suprema e final em todos os assuntos de fé”.
O Rev. MacLeay é um dos líderes do movimento anglicano conservador “Reforma” que defende a volta aos princípios bíblicos. A Reforma se opõe à ordenação de mulheres como pastoras e bispas.
Na mesma época em que o Rev. MacLeay fez sua polêmica pregação, as estatísticas mostravam uma leve queda no índice de divórcio. No entanto, as estatísticas estão também mostrando que os ingleses estão cada vez mais rejeitando o casamento completamente. Estatísticas divulgadas recentemente da Secretaria Nacional de Estatísticas mostravam 232.990 casamentos em 2008, o menor índice desde 1895, quando a população estava em apenas 30 milhões. O índice de casamento é o mais baixo num ano fora de guerra desde que os registros começaram em 1862.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

segunda-feira, 22 de março de 2010

A PERDA DO PRIMEIRO AMOR (TERCEIRA PARTE)

A PERDA DO PRIMEIRO AMOR (É interessante que sejam lidas antes as partes anteriores. Estão dispostas abaixo)

Alguns acham que, se o primeiro amor nos leva ao trabalho, então a perda do primeiro amor poderia ser definida como sendo “uma diminuição da produtividade”. Porém, de acordo com a mensagem de Jesus na Carta à Igreja de Éfeso, a perda do primeiro amor não é apenas uma questão de “relaxarmos” no trabalho de Deus, pois o Senhor lhes disse: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança” (Ap 2.2a). A palavra grega traduzida como “labor” é “kopos”, que, de acordo com a Concordância de Strong, significa: “intenso trabalho unido a aborrecimento e fadiga”. Este tipo de labor seguido de perseverança, por parte dos efésios, não nos permite concluirmos que eles tenham demonstrado alguma queda de produtividade no serviço ao Senhor.

“Perder o primeiro amor” também não é “enfrentar uma crise de desânimo” ou “desejar desistir”, uma vez que, nesta mensagem profética, o Senhor Jesus elogia a persistência desses cristãos de Éfeso: “e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer” (Ap 2.3).

A perda do primeiro amor também não pode ser vista como sendo um momento de crise no trabalho ou na dedicação, uma vez que é algo que Deus “tem contra nós”:

“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” (Apocalipse 2.4,5)

Portanto, a perda do primeiro amor é uma queda, é chamada de pecado, e necessita arrependimento. Há muitos crentes que continuam se dedicando ao trabalho do Senhor, mas perderam a paixão. Fazem o que fazem por hábito, por rotina, por medo, pelo galardão, por quaisquer outros motivos, os quais, acompanhados daquele primeiro amor intenso, fariam sentido, mas sozinhos não!

A queixa que o Senhor faz é o fato de que esses crentes haviam abandonado o primeiro amor. A palavra grega “aphiemi”, traduzida como “abandonar” neste texto bíblico, tem um significado bem abrangente. A Concordância de Strong define esta palavra da seguinte maneira: “enviar para outro lugar; mandar ir embora ou partir; de um marido que divorcia sua esposa; enviar, deixar, expelir; deixar ir, abandonar, não interferir; negligenciar; deixar ir, deixar de lado uma dívida; desistir; não guardar mais; partir; deixar alguém a fim de ir para outro lugar; desertar sem razão; partir deixando algo para trás; deixar destituído.”

Essas expressões refletem, não uma perda que possa ser denominada como sendo meramente acidental, mas um ato voluntário de abandono, de descaso.

O Senhor Jesus tampouco está exortando esta igreja por não O amarem mais! Não se tratava de uma ausência completa de amor, pois ainda havia amor! No entanto, o amor deles havia perdido a sua intensidade e não era mais o amor que Ele esperava encontrar neles!
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Extraído so sítio www.betelonline.com.br/destaques.php?id=54

quarta-feira, 3 de março de 2010

O PRIMEIRO AMOR (SEGUNDA PARTE)

O PRIMEIRO AMOR
(Leia antes desta a primeira parte. Está logo abaixo.)
O que é o “primeiro amor” a que o Senhor Jesus Se refere nesta mensagem?

É um fogo de grande intensidade em nosso íntimo, que coloca Jesus acima de todas as demais coisas! Isto foi bem exemplificado numa parábola de Cristo:

“O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo.” (Mateus 13.44)

O Senhor está falando de alguém que, além de transbordar de alegria por ter encontrado o Reino de Deus, ainda se dispõe a abrir mão de tudo o que tem para desfrutar do seu achado. Estas duas características são evidentes na vida de quem teve um encontro real com Jesus.

Esta alegria inicial foi mencionada por Jesus na Parábola do Semeador. O problema é que alguns cristãos permitem que ela desapareça diante de algumas provações:

“O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.” (Mateus 13.20,21)

Outros cristãos, por sua vez, até mesmo diante das mais duras provações, ainda permanecem transbordantes desta alegria:

“Chamando os apóstolos, açoitaram-nos e, ordenando-lhes que não falassem em o nome de Jesus, os soltaram. E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome.” (Atos 5.40,41)

O primeiro amor é o nosso primeiro momento de relacionamento com Cristo em que nos devotamos de todo o nosso ser a Ele. Abrimos mão de tudo por causa de Jesus:

“O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra.” (Mateus 13.45,46)

O Reino de Deus passa a ser prioridade absoluta! É quando amamos a Deus de todo o nosso coração e alma, com todas as nossas forças e entendimento! Este primeiro amor nos leva a vivermos intensamente a fé. Foi assim desde o início da era cristã:

“Então, os que aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” (Atos 2.41-47)

Os relatos de Atos dos Apóstolos nos revelam uma Igreja viva, cheia de paixão e fervor:

“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade.” (Atos 4.32-35)

Este amor nos leva à prática de buscarmos intensamente ao Senhor. Aliás, vale ressaltarmos que há um padrão de busca que Deus determinou para nós. É quando Ele se torna mais importante para nós do que qualquer outra pessoa ou coisa! Devemos chegar a um ponto tal neste anseio por Ele que nada mais importe!

O ser humano foi criado para buscar a Deus. Este propósito divino é claramente revelado nas Escrituras. Na pregação do apóstolo Paulo em Atenas, ele fez a seguinte afirmação:

“O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais; de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós.” (Atos 17.24-27)

A declaração bíblica é muito específica: o homem foi criado e estabelecido por Deus nesta Terra para buscá-Lo! Ainda que, em cegueira espiritual, o fizesse tateando, o homem deveria buscar a Deus. E Deus quer ser achado pelo ser humano, fato esse que fez com que Paulo afirmasse que Ele “não está longe de cada um de nós”!

Contudo, Deus não esperava apenas que os homens O buscassem, mas que também o fizessem da forma correta! Através do profeta Jeremias, o Senhor Deus deixou bem claro o que é necessário para que O encontremos – não apenas uma busca qualquer, mas uma busca de todo o nosso coração:

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” (Jeremias 29.13)

Este amor também faz com que trabalhemos para Deus. Jesus relacionou este amor com obras quando disse a Pedro que se ele O amasse, ele deveria pastorear o Seu rebanho (Jo 21.15-17). O apóstolo Paulo falou que o amor de Cristo (ou o entendimento da profundidade deste amor) nos constrange a não mais vivermos para nós, e sim para Ele:

“Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (2 Coríntios 5.14,15)

Foi este “constrangimento” de amor que fez com que o apóstolo Paulo trabalhasse mais do que os demais apóstolos:

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.” (1 Coríntios 15.10)

Isto também deve ser assim conosco hoje. O primeiro amor é uma profunda resposta ao entendimento do amor de Cristo, o que nos leva a buscarmos e a servirmos ao Senhor com intensidade e paixão.
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Extraído so sítio www.betelonline.com.br/destaques.php?id=54

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

VOLTANDO AO PRIMEIRO AMOR (PRIMEIRA PARTE)

Voltando ao primeiro amor.
Há alguns anos atrás eu fui ao supermercado para fazer uma pequena compra. Não era o que poderíamos chamar de compra do mês; era só uma comprinha daquelas para as necessidades de um ou dois dias. Portanto, saí com uma certa quantia em dinheiro e fiz questão de ir somando mentalmente o preço dos produtos que eu estava comprando, de modo a não exceder o valor que eu tinha em mãos. Depois que as mercadorias passaram pelo caixa, sobrou um pequeno troco – não me lembro o valor exato, mas eram apenas moedas. Aí então perguntei ao caixa se aquele valor daria para comprar algum chocolate, pois eu pensei em levar algo à minha esposa e filhos. Fui informado que, com aquela quantia, eu somente conseguiria comprar três unidades daquele chocolatinho em forma de bastão, o Batom da Garoto, e foi exatamente o que eu fiz!

Quando eu entreguei os chocolatinhos na mão dos meus dois filhos, Israel e Lissa, eles fizeram a maior festa. Achei que eu conseguiria causar a mesma boa impressão em minha esposa, a Kelly, mas, para meu espanto, a reação dela foi dizer-me:

– Que decadência!

Levei um susto com a frase dita por ela e com o olhar de censura recebido por mim! O olhar de Don Juan e o chocolatinho não haviam produzido resultado algum em minha tentativa de agradar a minha esposa! Assim sendo, disparei:

– Do que é que você está falando, mulher?

Ela sequer titubeou para responder:

– No início, quando começamos a namorar, você me trazia bombons da Kopenhagen. Depois que ficamos noivos, você começou a aparecer com caixinhas de bombons sortidos da Nestlé. Quando nos casamos, você começou a trazer os Sonhos de Valsa da Lacta. E agora Batom! Onde é que isto vai parar?

Caímos na gargalhada com o protesto da Kelly! Depois, no entanto, percebi que ela não havia apenas brincado. Comecei a repensar na minha dedicação em agradá-la e concluí que ela estava certa. Eu ainda a amava, e não achava que houvesse perdido este amor, mas as coisas deixaram de ser como haviam sido no começo!

É claro que um relacionamento amadurece e nem tudo será sempre como foi no começo. Eu poderia mencionar muitas coisas que melhoraram ao longo dos anos, mas o fato é que, neste aspecto específico (a expressão de valorização e carinho), eu havia decaído com relação ao que eu já havia sido antes! Chocolates populares também são gostosos, mas não são românticos!

Eu pedi perdão à minha esposa e prometi resgatar o que eu havia deixado de lado. E, obviamente, tratei de fazer o que eu deveria fazer: comecei a dar-lhe bombons da Kopenhagen novamente!

Se isto acontece ao nível do nosso relacionamento humano, natural, certamente também acontece no plano espiritual! Da mesma forma que perdemos a paixão e a intensidade do nosso amor por permitirmos o nosso envolvimento na rotina de um relacionamento com pessoas que realmente amamos, também acabamos permitindo que o nosso relacionamento com o Senhor sofra desgastes! E o Deus que nos chamou a um relacionamento de amor total não aceita isto! Ele protesta e pede de volta o que perdemos!

Nas visões do Apocalipse, que o apóstolo João recebeu na Ilha de Patmos, o Senhor lhe confiou algumas mensagens às Igrejas da Ásia. Na Carta endereçada à Igreja de Éfeso, o Senhor Jesus protestou com relação à decadência do amor que essa igreja vinha apresentando. Ele protestou pela perda do que chamou de primeiro amor:

Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas. (Apocalipse 2.2-5)
* Por Luciano Subirá

Extraído so sítio www.betelonline.com.br/destaques.php?id=54

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Excelente artigo em defesa da família!

O EVANGELISMO NADA BÍBLICO DAS IGREJAS EMERGENTES

A leitura de Marcos 16 sobre o "IDE", não poderia prever o que as igrejas chamadas emergentes são capazes de ousar em nome da criatividade ministerial ou "ministério criativo".

Que semelhança ou aproximação de figura ou imagem tem um templo cristão com uma rampa de skate, um palco de rock ou um tatame com lutas tais como jiu-jitsu, luta-livre, judô ou capoeira? Uma coisa é uma passeata evangelística, ordeira, pela paz e justiça social, outra coisa é uma marcha desordenada que não glorifica a Deus ou um bloco de carnaval "evangélico"!

Que evangelismo é esse que escandaliza até mesmo os cristãos nominais e as pessoas que estão afastadas da Igreja? Que nova forma de evangelizar é essa que expõe a Igreja de Cristo ao ridículo como um espetáculo circense? Onde está a dignidade do púlpito cristão por onde passaram Lutero, Calvino, Spurgeon, Finney, Whitefield, Martin L. Jones, Ademir Siqueira, Valdir Bícego e outros?

Não venham me dizer que isso é contextualização e não tentem me convencer que o Evangelho precisa usar máscaras, tatuagens e piercings para alcançar a juventude ou aderir a yoga para alcançar os de terceira idade, ou ainda que eu precise pregar um evangelho diferente para uma camada social mais elevada que a minha. Não queiram me provar que o Evangelho precisa de um "toque"a mais para chamar a atenção das massas. Tudo isso é bobagem!!!

Reconheço que evangelizar assim ainda é melhor que não evangelizar, mas causa-me constrangimento saber que o The New York Times noticiou matéria sobre o assunto, como se não houvesse nada melhor para noticiar sobre nós cristãos brasileiros. Tanta coisa acontecendo, tanta vida, tanto testemunho nos morros, nas favelas, nos condomínios fechados, nos sertões, nas regiões ribeirinhas, nos grandes centros e o destaque gospel daquele veículo de comunicação internacional foi uma atração de má qualidade e mau gosto.

Será que a Igreja Brasileira não tem melhor produto, melhor resultado, que esse subproduto?! Será que a Igreja do Brasil (ou no Brasil) ficará conhecida no mundo como a igreja-show, igreja-espetáculo, igreja-circo e não como igreja que prega o Evangelho genuíno e por isso está havendo uma transformação espiritual e social, ainda que pequena e gradual?

Não precisamos incentivar o sexo livre para falar a linguagem dos jovens. Não precisamos apoiar a descriminalização da maconha para nos aproximar da juventude presa às drogas. Não precisamos criar uma festa heave evangélica para atrair os moços. Não precisamos fazer festinhas, cafés, ou shows gospels para ganhar suas almas para Cristo.

Precisamos sim nos aproximar dessa faixa etária. Como faremos? Que tal estudarmos as raízes históricas dos males que levaram essa juventude a se afastar de Deus, como o movimento rebelde dos anos 50? E por que aconteceu? Filhos que perderam os pais nas duas grandes guerras mundiais, viram as mães terem que trabalhar fora em horário dobrado para manter a casa (mesmo porque o avô também morreu em conflito). Que tal avaliarmos as questões dos anos 60, onde esses mesmos jovens embalados pelas motocicletas, bebida e rock and rool, buscavam respostas para os questionamentos sobre guerra, paz, família e ordem social? Por que não olhamos com olhar crítico-analítico, para o movimento hippie e a liberação sexual (anos 70), o movimento yuppie (anos 80), a androginia (anos 90) ou a movimento gay tomando as ruas atualmente?

Perdemos o fio da meada e não buscamos entender o porquê dessa juventude e desses homens e mulheres se comportarem assim. Negaram-lhes o Evangelho genuíno no passado, colocaram fim às aulas de religião nas escolas, os Beattles exportaram valores do Oriente para o Ocidente, o avanço da ciência, entre outras coisas, alteraram o seu "modus vivendi". Qual o papel das igrejas nos anos 40 até aos dias de hoje?

A história tem muito a nos dizer e muito a nos ensinar. O diabo tem lutado com todas as forças para anular o efeito do Evangelho de Cristo (II Co. 4.4), inclusive mascarando a verdadeira mensagem transformadora, mas para isso Cristo de manifestou, "para desfazer as obras do diabo"
(I Jo. 3.8).

Sei que Deus tem operação multiforme e reconheço que Ele pode usar quem quiser, da maneira que quiser, todavia, essas práticas de evangelismo são muito diferentes das formas apresentadas na Bíblia. O que eu defendo é um melhor conhecimento da história do homem, da natureza e essência da alma humana, das questões sociais, das angústias que tomam conta do homem moderno, do sentimento e do espírito que domina o século XXI, por parte das igrejas e dos pregadores, para atenderem aos anseios dessa sociedade que aí está. E para isso nada melhor que o Evangelho que é "o poder de Deus para salvação de todo aquele que crer". Para chamarmos a atenção do mundo não precisamos de show-espetáculo, mas de uma mensagem que fale ao coração de homens e mulheres sedentos de Deus.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.
"Extraído do Blog do Pastor Guedes"
http://pastorguedes.blogspot.com